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Os vinhos fortificados são aqueles cuja fermentação alcoólica é interrompida pela adição de aguardente (~70% vol). De acordo com o momento da interrupção, e da uva que está sendo utilizada, ficará mais ou menos doce. O grau alcoólico final dos vinhos fortificados fica entre 19–22% vol. Os mais famosos são o Vinho do Porto (Portugal), o Vinho da Madeira (Portugal), o Xerez (Espanha) e o Marsala (Sicília). Por conta de obras cinematográficas de parca pesquisa histórica, a maioria das pessoas julga que o consumo do vinho era comum no Egipto e há quem diga que é de lá sua obscura origem. Entretanto o vinho era mercadoria importada pelo Egipto, cuja bebida nacional era a cerveja, normalmente feita de restos de pães. Os vinhos de péssima qualidade são designados vulgarmente por "zurrapa".[carece de fontes]? Cada país e cada região produtora possui uma classificação própria. Veja a classificação italiana em DOCG (ver: Vinho italiano), a francesa em AOC e a da União Europeia em Denominação de Origem Protegida. Portugal foi um país pioneiro, no que diz respeito à criação de denominações de origem para os seus vinhos, com a criação da região demarcada do Vinho do Porto, em 1756. A região foi redefinida em 1907 e logo a seguir, em 1908, ficando nessa altura com os limites muito próximos dos que ainda hoje tem. No mesmo ano (1908), foram criadas as regiões demarcadas do vinho verde, de Carcavelos e do Dão. Em 1911, foi demarcada a região de Bucelas (vinhos brancos).
Fontes: pt.wikipedia.org
Com a adesão de Portugal à CEE (actual União Europeia), o sector vitivinícola foi objeto de medidas de pré-adesão, pelo que no início dos anos 1980 a sua organização em regiões demarcadas (dez regiões tradicionalmente produtoras de vinho que recebiam a designação de “Regiões Demarcadas”, nomeadamente, Douro/vinho do Porto, vinho verde, Dão, Bairrada DOC, Bucelas, Colares, Carcavelos, Setúbal — Moscatel, Madeira e Algarve) sofreu uma importante alteração, visando cumprir as regras da política agrícola europeia — criação de áreas de Denominação de Origem Controlada (DOC) e classificação qualitativa dos vinhos através das categorias VQPRD (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada), vinho regional e vinho de mesa. A lei-quadro das Regiões Demarcadas, publicada em 1985, e o consequente decreto-lei n.º 429 de 1986 alteraram a designação “Região Demarcada” para “Denominação de Origem Controlada” ou DOC. Além disso, foram criadas 28 novas regiões que passaram a designar-se por IPR (Indicação de Proveniência Regulamentada). Ao mesmo tempo, a Junta Nacional do Vinho foi substituída pelo atual Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), organismo que responde às exigências da política de mercado europeia e que definiu os mapas vitivinícolas nacionais; ou seja, já antes da adesão à CEE, o setor sofreu alterações com vista à integração do país na Comunidade Europeia. No virar do século existiam em Portugal 23 regiões DOC e nove regiões IPR, num total de 32 regiões de produção de vinhos denominados VQPRD.
Fontes: pt.wikipedia.org
=== Quanto à classe === de mesa: graduação alcoólica de 8,6° a 14° G.L., possui as seguintes subdivisões: finos ou nobres: Vinhos produzidos somente de uvas viníferas. especiais: Vinhos mistos, produzidos de variedades viníferas e uvas híbridas ou americanas. comuns: Vinhos produzidos predominantemente com variedades híbridas ou americanas. frisantes ou gaseificados: Vinhos com gaseificação mínima de meia atmosfera e máxima de duas atmosferas. leve: graduação alcoólica de 7° a 8,5° G.L., elaborado sempre com uvas viníferas. espumante: resultante unicamente de uma segunda fermentação alcoólica, possui alto nível de dióxido de carbono, resultando em borbulhas (graduação alcoólica de 10° a 13° G.L.). champanhe — É um espumante feito essencialmente com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, mundialmente conhecida, produzida exclusivamente na região homônima na França. Champagne é uma denominação de origem. licoroso: graduação alcoólica de 14° a 18° G.L. Adicionado, ou não, de álcool potável, caramelo, concentrado de mosto e sacarose. composto ou fortificado: graduação alcoólica de 15° a 18° G.L., obtida pela adição ao vinho de plantas amargas ou aromáticas, substâncias de origem mineral ou animal.
Fontes: pt.wikipedia.org
=== Quanto à cor === tinto: produzido a partir de variedades de uvas tintas, com longo contato com a casca da fruta. A diferença de tonalidade depende de tipo de fruto, do tempo e do método de envelhecimento. branco: produzido em sua maioria, a partir de uvas brancas. Quando produto de uvas tintas, a fermentação é feita com a ausência das cascas. rosado, rosé ou clarete: com aparência intermediaria pode ser produzido de duas formas: de uvas tintas: com breve contato com as cascas que dão a pigmentação ao vinho, que após são separadas. por corte: obtém-se pela mistura de um vinho branco com um vinho tinto.
Fontes: pt.wikipedia.org
Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Peptídeo)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Peptídeo)